Blog Ciclo da Vida
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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Tireoide, como tratar?

A tireoide é uma glândula endócrina em forma de borboleta que fica na frente da garganta, um pouco abaixo do queixo. Mesmo pesando cerca de 15 gramas, é responsável por regular a taxa de metabolismo basal do nosso corpo, permitindo que a energia usada por todas as células seja queimada de maneira uniforme e ordenada.

A tireiode regula o metabolismo de nosso corpo por meio de dois hormônios que ela produz: o T3 (triiodotironina) e o T4 (tiroxina), que contém iodo em sua fórmula, eles são monitorados por uma região do cérebro chamado hipotálamo, que entre outras glândulas, comanda a hipófise. Os principais problemas do funcionamento da tireoide são o hipotireoidismo e o hipertireoidismo. Também é possível a ocorrência de nódulos e inflamações da glândula, capazes de alterar o seu funcionamento e os níveis de hormônios.

O tratamento para tireoide, pode ser feitos com drogas antitireoidianas e os casos mais severos chegam a exigir o uso de iodo radioativo, que provoca morte celular e hipotireoidismo, sendo necessário uma reposição hormonal posterior.

Nos casos mais graves de tireoide é recomendada a cirurgia, que retira parte da glândula. Mas o ideal é buscar ajuda de um especialista, que indicará o melhor tratamento para o seu caso.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Injeção para o Câncer, quando?

O câncer é uma doença que assusta a muitos, devido muitos terem falecidos desta moléstia. Mas temos boas notícias. Hoje a medicação contra a doença, tem trazido ótimos resultados, muitos que até mesmo estavam com a doença alterada, que seguiram o tratamento a risca, tanto em relação aos medicamentos, também com uma alimentação saudável que ajudou muito, conseguiram se curar, embora o tratamento e a prevenção contra o câncer continua, mas de uma maneira bem mais leve.

A injeção para o câncer, é uma grande esperança, esta vacina contra o câncer, pode estar disponível em breve. A fórmula contém uma proteína encontrada, na maioria dos tumores de mama, a alfalactalbumina. Quando pesquisadores injetaram a substância, que estimula o sistema imunológico a desenvolver células de combate ao tumor, em camudongos geneticamente modificados para ter propensão á doença, nenhum desenvolveu o problema.

Enquanto isto, os animais do grupo de controle adoeceram. A vacina poderá ser desenvolvida em menos de dez anos. Um novo exame de sangue pode detectar no organismo substâncias relacionadas ao câncer de mama, até 17 meses antes dos exames convencionais. Os cientistas advertem: o bisfenol A (BPA), substâncias encontradas em plásticos, tem sido relacionado ao câncer de mama. O contato com o BPA, aumenta o nível de hormônios estrógeno, o que pode desencadear o crescimento das células cancerígenas. Use produtos livres de BPA. Esperamos, que em breve, já tenhamos esta vacina para tratamento do câncer!

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Vença ao Cancer, com dieta saudável e medicação

Se você recebeu uma notícia em que está com um cancer, é claro que muitos se assustam, mas eu trago boas notícias, não se desepere, pois hoje os tratamentos para a cura do cancer tem dado cada verz mais certo, mesmo que a pessoa estiver num estágio de cancer avançado. O principal tratamento contra o cancer são os remédios em que o médico vai receitar. Mas neste artigo vou dar dicas de alimentos que ajudam no tratamento de cancer, algumas frutas como o damasco assassinam as células cancerígenas. Segue abaixo uma dieta para quem tem cancer:

Consumir alimentos com vitaminas A, E, C. Frutas cítricas e frescas.
Evite consumir:
conservas em sal e farináceos ou grãos contaminados com aflatoxina. Essa toxina é um potente carcinógeno produzido por fungos que proliferam em estocagens imperfeitas;
os nitratos e nitritos, presentes em conservantes e adubos, podem funcionar como carcinógenos, o benzopireno nos alimentos defumados ou assados no carvão.
o consumo de arroz polido com talco, também constitui hábito de risco, quando contém asbesto resultante do método de abrasão em seu polimento.
Importante: é indispensável o acompanhamento médico.
• A melhor cura para o câncer é a prevenção e mudanças no estilo de vida.
• A maior parte das causas do câncer está associada ao modo de vida, isto é às escolhas pessoais e não as causas ambientais.
• Muitos estudos associam aquilo que comemos e o que não comemos ao surgimento do câncer.
• Um elevado consumo de frutas e verduras frescas tem evidenciado reduzir o risco de câncer do estômago.
• Estudos epidemiológicos sugerem uma relação entre ingestões de muita gordura animal e de alimentos com reduzido teor de fibras e o câncer de cólon-reto.
• Muitas evidencias, ainda que não conclusivas, indicam que o ácido ascórbico (vitamina C) possui um efeito protetor contra o câncer de esôfago, laringe e cavidade oral.
• Vitamina A, beta caroteno, vitamina E e o ácido ascórbico (vitamina C) são considerados redutores do risco de câncer em pacientes com elevado risco de câncer de pulmão, esôfago, cólon e pele.
• Vitamina D e cálcio estão associados à redução da incidência do câncer de cólon-reto.
• Alimentos ricos em vitamina A : Abóbora, acelga, agrião, alcachofra, alface, ameixa seca, banana, batata doce, brócolis, cará, cenoura, chicória, couve-manteiga, couve-tronchuda, damasco (fresco ou seco), espinafre, fígado, gema, goiaba, leite, mamão, manteiga, mostarda nabo, óleo de fígado de bacalhau, pimentão, queijo, repolho, rim, salsa, salsão e tomate.
• Alimentos ricos em vitamina C: Abacaxi, agrião, alface, caju, cenoura, couve tronchuda, folhas de nabo, goiaba,laranja, limão, mamão, mostarda, pimentão, salsa e tomate.
• Colesterol: Evitar gorduras saturadas;
• Prefira: Óleos vegetais, cremes vegetais, maionese light, ricota, alimento assado e grelhado, carnes magras, molhos à base de yogurte desnatado;
• Evite: Bacon, gorduras animais, manteiga, maioneses tradicional, queijos, creme de leite, chantilly, alimentos frios, carne com gordura aparente, molhos à base de creme de leite e queijo.
Para prevenir o câncer e ajudar na sua cura, recomendamos:

• 1. Comer muito alho ou pastilhas de alho.

• 2. Ingerir beta-caroteno e vitaminas C e E para bloquear os radicais livres.

• 3. Comer muita fruta e verduras cruas, diminuindo as carnes vermelhas e a gordura animal.

• 4. Comer dez amêndoas ao dia.

• 5. Todas as dietas anticáncer devem incluir uma boa dose de:

o Grãos integrais;

o Couve-flor;

o Brócolis;

o Maçãs.
• 6. Baixar o consumo de ferro nos alimentos, já que o seu excesso bloqueia as células macrófagas (que ajudam a reparar os tecidos danificados), comenta o New England Journal of Medicine.

Recomenda-se realizar uma terapia de desintoxicação à base de lavagem (enemas) de cólon e intestino grosso com café por três dias seguidos (como é explicado no artigo “Desintoxicação do fígado e dos rins”). antes de iniciar-se o tratamento nutricional e alimentício que recomendamos. Se a pessoa está muito debilitada, realizar os enemas sob vigilância médica.

Eliminar estes alimentos não recomendadados para quem tem cancer:

• Alimentos em conserva;

• Alimentos com conservantes,

• Enlatados;

• Embutidos;

• Açúcares refinados (substituir por mel de abelha);

• As farinhas refinadas e gorduras saturadas;

• Álcool;

• Café;

• Chá preto.

Deve-se eliminar completamente o consumo de proteínas animais como:

• A carne de porco e de gado, substituindo-as por peixe fresco cozido.

• Baixe o consumo de iogurte, leite e derivados,

• Assim como do abacate (eles contêm muitas proteínas).

Muitos pacientes apresentam melhora com essa dieta.

A ingestão de antibióticos naturais como a própolis de abelha e o alho são muito importantes, já que reforçam o sistema imunológico e este ajuda na cura.
LEIA ESTE LIVRO: “Anticâncer- Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais” do autor: DAVID SERVAN-SCHREIBER é muito bom menciona uma dieta e dicas importantes para tratar mostra como ele venceu a luta contra o câncer no cérebro.
Tomar cha verde todos dias pelo menos 3 vezes
Cúrcuma
Gengibre
Alho, cebola, alho poro, cebolinha, tomate, legumes ricos em caroteno, ervas e condimentos como: alecrim. Tomilho, orégano, manjericão e hortelã.
Frutas vermelhas
Omega3
Castanhas
Frutas secas
Muito brócolis, todos os dias
Couve de Bruxelas
Cúrcuma em óleo de linhaça duas colheres( de café/10ml)de óleo
MANTER O EQUILIBRIO CALMA BUSCAR A FORÇA VITAL
DIETA MEDITERRANEA
COZINHA INDIANA E ASIATICA
ALIMENTOS INTEGRAIS
NÃO CONSUMIR AÇUCAR, TROQUE POR ADOÇANTE DE ESTEVIA OU XAROPE DEAGAVE
CONSUMA PAO MULTIGRÃO
SUCO DE LIMÃO TEMPERADO COM TOMILHO, SALVIA
SUCO DE ROMÃ

domingo, 29 de agosto de 2010

Escleroze Múltipla - Sintomas

Neste artigo vou escrever sobre os sintomas da esclerose múltipla que são decorrentes do local onde  acontece uma lesão. Se ocorrer no lobo temporal, por exemplo, a pessoa sente dificuldades para falar; se ocorre na medula, pode alterar a motricidade (capacidade das células nervosas de determinar a contração muscular) e a sensibilidade. Na grande maioria dos casos a doença atinge diversos locais. De acordo com Alex, os sintomas transitórios no primeiro momento, ocorrendo em curto espaço de tempo, o que faz com que muitos pacientes demorem a detectar a doença.

O tratamento para esclerose múltipla tem como objetivo estabilizar a doença, aumentando o intervalo entre um surto e outro e diminuindo a intensidade deles. Pessoas com esclerose múltipla podem levar uma vida praticamente normal se tiverem acompanhamento médico e forem tratadas adequadamente.
 
a esclerose múltipla não é aquela que afeta a memória e atinge pessoas mais idosas. Essa doença neurológica crônica é mais frequente em mulheres na faixa etária de 20 a 40 anos, que ainda não estão na terceira idade e não tem ligação alguma com falta de memória. De acordo com a Associação Brasileira de Esclerose Múltipla, mais de dois milhões e meio de pessoas são acometidas pela doença no mundo inteiro.

A enfermidade não é hereditária, atinge também crianças e, além de se desenvolver mais em mulheres do que em homens, é mais frequente em pessoas caucasianas (de ascendência européia). Ela é uma alteração auto-imune em que o próprio organismo agride o revestimento dos neurônios como se fosse um corpo estranho, danificando assim o funcionamento correto na transmissão dos impulsos nervosos.

“Essa perda por alteração auto-imune altera a estrutura que é fundamental para o funcionamento do neurônio, lesionando importantes áreas do cérebro”, define o Alex Baêta, neurologista do hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Melhorando a vida do Alérgico

Neste artigo vou dar dicas para você que tem alergia, pois vivemos num mundo onde temperaturas instáveis e clima seco já fazem parte do dia a dia dos brasileiros, principalmente, daqueles que vivem nas regiões Centro-Oeste e Sudeste. Tais características decorrem dos maus-tratos sofridos pelo meio-ambiente e causam danos à saúde, como ressecamento – de bocas, olhos, narinas, pele – e problemas respiratórios. Por isso, em dias de baixa umidade, é necessário tomar alguns cuidados com o corpo. Confira os mais importantes listados pela Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo:

- ingira muita água, sucos naturais e água de coco;
- mantenha a higiene doméstica em dia, evitando o acúmulo de poeira, que desencadeia problemas alérgicos;
- durma em locais bem arejados e umedecidos. Para ajudar, utilize umidificadores de ar, toalhas molhadas ou reservatórios com água no local;
- evite banhos quentes, que ressecam a pele, e use cremes hidratantes constantemente;
- lave olhos e narinas com soro fisiológico para lubrificá-los ou em caso de irritações. O Rinosoro é uma ótima opção para as narinas, já que hidrata suas paredes, facilita a respiração e não tem contraindicação;
- pessoas com antecedentes de doenças alérgicas, como bronquite e rinite, costumam ter crises e devem procurar um médico para mais recomendações.
Segundo a Defesa Civil, é importante também evitar atividades ao ar livre e exposição ao sol entre 10h e 17h e não praticar exercícios físicos entre 11h e 15h.
E vale lembrar ainda, que o ar condicionado contribui para diminuir a umidade dos ambientes. Portanto, evitar o seu uso é uma boa alternativa.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Endometriose, liberte-se


Dores que com o tempo podem se tornarem intensas, distúrbios em alguns órgãos e infertilidade, estes são alguns dos sintomas e complicações da endometriose, uma doença que precisa de tratamento multidisciplinar e quanto mais cedo for feito o diagnóstico, maiores as chances de evitar a evolução do problema.

Todos os meses durantea menstruação, a parede interna do útero, chamada endométrio, descama e é eliminada sem maiores problemas e no entanto, cerca de 10% a 15% das mulheres, as células do endométrio, podem se implantar na cavidade, abdominal e pélvica, criando focos de tecido endometrial nas tubas uterinas, (antes chamadas de trompas), no orvário e até mesmo em órgãos como bexiga, intestino, diafragma e pilmões.

Sem tratamento, a tendência é a doença comprometer a qualidade de vida, pois os focos podem crescer e há a possibilidade das inflamações formarem aderências entre os tecidos próximos, tornando a dor incapacitante. O tratamento para endometriose pode incluir o usode anticoncepcionais e medicamentos que façam cessar temporariamente a produção hormonal. Há também a possibilidade de suspender o ciclo menstrual com medicamentos específicos. A cirurgia mais indicada é feita com laparoscopia, que permite não só ver as áreas afetadas através de pequenas incisões abdominais, como remover os tecidos com laser ou cautériose se houver cistos no ovário também é preciso retirá-los cirurgicamente.

Caso a endometriose seja detectada é imprecindível mudar a qualidade de vida. Sabe-se que a endometriose tem estreita relação com o sistema imunológico, e quem tem esta doença deve desenvolver um estilo de vida saudável. A prática regular de exercícios, alimentação balanceada e uma boa cabeça para lidar com a ansiedade e com o estresse são fundamentais, já que o fator emocional tem grade influência.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Esquecimento em Idosos

Com o envelhecimento da população, são cada vez mais frequentes os diagnósticos de doenças que levam a perda de funções neurológicas por processos destrutivos. Dentre as mais comuns está o Alzheimer, uma causa, que é a primeira ou a segunda, na maioria dos estudos de demência. A história típica da doença de Alzheimer é a de indivíduos acima de 60 anos de idade que começam primeiro a apresentar lapsos de memória e depois passam a fazer confusões com objetos, datas, finanças, etc.

É importante procurar ajuda especializada quando um idoso começa a ter falhas de memória, pode ser um início de um processo demencial, porém podem ser outras doenças, o importante é não achar normal da idade. É verdade que mesmo o envelhecimento saudável está associado a um grau de diminuição  de velocidade de raciocínio. No entanto em situações normais, mesmo os mais idosos deveriam permanecer  com todas as suas capacidades intelectuais preservadas, ainda que as vezes um pouco menos ágeis. Isso significa que o normal é envelhecer com boa memória mantendo a própria autonomia.

A doença de Alzheimer ainda não tem cura. Há remédios que podem controlar alguns dos seus sintomas, mas a progressão é inevitável. Do momento do diagnóstico até o final da vida do paciente, podem passar de três a quinze anos, mais ou menos. Em média, esses pacientes vivem cerca de oito anos e o diagnóstico de certeza só seria possível com a realização de biópsia cerebral, o que não é feito na prática. Por isto ele é geralmente inferido por sintomas do paciente e pela exclusão de outros diagnósticos.

O importante é não deixar de lado os esquecimentos acreditando serem comuns. Quando isto acontece, as pessoas deixam de tomar providências e deixam de prevenir causas reversíveis de perda de memória, além do mais, mesmo que o diagnóstico seja um processo irreversível, o conhecimento do fato é essencial para aprendermos a lidarmos com a situação.

domingo, 13 de junho de 2010

Astigmatismo, Miopia e Vista cansada, livre-se do óculos

O Eximer Laser é a mais moderna tecnologia para corrigir a hipermetropia, astigmatismo, miopia e, alguns casos de vista cansada. Em poucos minutos, seu sonho de livrar-se dos óculos e lentes de contato será realizado. O procedimento é simples, rápido, indolor e seguro. A cirurgia refreativa com Eximer Laser tem se mostrado um grande avanço para corrigir limitações visuais, como hipermetropia, astigmatismo, miopia e alguns casos de vistas cansadas (presbiopia), com resultados excelentes.

Para quem possue córnea fina, a melhor opção é a técnica PRK, aplicado diretamente na superfície corneana sem necessidade de corte prévio. A cirurgia é executada de acordo com as características do paciente, com resultados supreendentes que superam as expectativas.

A cirurgia Eximer Laser só é indicada para pacientes acima de 21 anos ou quando o grau de deficiência visual estiver estabilizado, mas antes da cirurgia é realizado uma avaliação, com exames completos e detalhados dos olhos a fim de verificar se o paciente apresenta perfil adequado para a cirurgia sugerida. A recuperação visual se dá em torno de 12 horas e após esse período, o paciente pode retomar as suas atividades. É recomendado o uso de colírio  antibiótico durante sete dias de forma preventiva.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Doenças da Mente

Existem as doenças da mente que são chamados também de transtornos psiquiátricos e têm influência sobre o comportamento e o estado emocional do indivíduo e podem causar as doenças psicomáticas, como alergia, asma e úlcera gástrica. O tratamento se dá , sobretudo por meio de psicoterapia e muitas vezes, medicamentos que reequilibram o funcionamento do cérebro. A prática de atividades físicas ajuda a combater vários desses males. Vou descrever alguns transtornos mentais:

Ansiedade generalizada: A pessoa sofre a inquietude e irritabilidade, tem dificuldade de concentração e alterações de sono a ponto de afetar a sua vida social. Medicamentos como antidepressivos, para estabilizar a longo prazo, e ansiolíticos nas crises agudas, bem como psicoterapia são os recursos mais ultilizados para auxiliar os pacientes.

Desordens alimentares: O paciente é incapaz de avaliar corretamente seu peso, tem uma linguagem distorcida do próprio corpo e desenvolve uma obsessão para emagrecer, a incidência deste distúrbio aumentou muito nesses últimos 50 anos em razão da valorização da magreza como ideal de beleza, as mulheres jovens sãoas primeiras vítimas. A dois tipos principais de desordem alimentar: a anorexia e a bulimia. A aneroxia nervosa começa usualmente na adolescência e atinge 20 vezes mais mulheres do que homens. A pessoa anorexia deixa deliberadamente de comer e costuma pesar no máximo 85% do peso considerado normal para a sua altura, sexo e idade. As consequencias incluem disfunção hormonal, anemia e queda de imunidade. Na bulimia o indivíduo  come exageradamente e, depois provoca vômito, toma laxantes e diuréticos, passa longos períodos em jejum ou faz exercícios físicos em demasia. Na bulimia a pessoa não costuma ter o peso abaixo do normal, mas o uso de diuréticos e laxantes pode levar a desidratação, a carência de vitaminas e minerais pode causar ainda complicações de saúde como queda de dentes. O tratamento inclui psicoterapia e o acompanhamento de médicos e nutricionistas.

Distimia: Caracteriza-se essencialmente por um estado depressivo leve e prolongado e em muitos casos crônicos, com alterações de humor e irritabilidade. Fazem parte do quadro a perda generalizada de prazer ou desinteresse, visão negativa das coisas e tendência ao isolamento social. No tratamento são usados antidepressivos associados á psicoterapia.

Esquizofrenia: O paciente apresenta distorções na percepção da realidade. A dificuldade em distinguir o mundo externo das vivências interiores afeta a percepção da realidade do esquizofrênico, que pode vivenciar alucinações auditivas, visuais, táteis, gustativas ou olfativas. Em homens costumam se manifestar entre 17 e 28 anos e nas mulheres entre 16 e 35 anos. A medicina ainda não tem uma resposta para o que leva a doença, acredita-se que seja desencadeada por uma soma de fatores genéticos, sociais, psicológicos e neurobiológicos. A linha de tratamento mais usual emprega drogas que inibem a atividade da dopamina associada a psicoterapia e terapias de reabilitação social. Em casos mais graves, o paciente é internado em clínicas psquiátrica, a doença afeta aproximadamente 24 milhões de pessoas no mundo.

domingo, 4 de abril de 2010

Tipos de dor de cabeça

Ficar com dor de cabeça é muito chato e realmente incomoda muito, pois as cefaleias podem ser primárias, tensional, enxaqueca ou secundárias. As duas primeiras dores de cabeça são as mais comuns, já a cefaléia é a mais grave a atinge menos de 1% da população, pode estar relacionada a uma disfunção em uma importante estrutura cerebral chamada hipotálamo.

Apesar do nome a tensional não tem ligação com tensão muscular e a secundária é chamada dessa forma por ser um sintoma de outra doença grave ou não. Nestes episódios, ela geralmente está relacionada a uma enfermidade que precisa ser tratada, como sinusite, meningite ou até mesmo um aneurisma e AVC(acidente vuscular cerebral).

Se você não sofre de enxaqueca ou cefaléia tensional, e de repente, bate aquela dorzinha incômoda, vá ao médico, pois é importante diagnosticar qual delas anda prejudicando as suas atividades habituais e assim buscar tratamento. As cefaleias primárias podem ser controladas, mas deve-se tomar cuidados com a auto-medicação. Os analgésicos e até mesmo os anti-flamatórios, quando usados mais de duas vezes por semana, durante três meses, podem transformar a enxaqueca em dor crônica. O uso abusivo de analgésicos cria dependência e vai aumentando a intensidade da dor, porém se a paciente toma muito esse remédio a produção cai e ela não consegue mais se livrar dele.

Para diminuir a dor de cabeça o ideal é fazer atividades físicas como aeróbica regular, que tem diminuido o número de crises de enxaqueca, o mapeamento de cefaleias, incluem incluem indivíduos que não praticam exercícios. Fisioterapia reduz as crises, pois diminue a formação das catecolaminas neurotransmissores que provocam a sensação de dor e possui efeito anti-flamatório. A aromaterapia, uma colher de sobremesa do óleo essencial em dois litros de água, ou aromatização: dilua uma gota no gel de aloe vera e aplique nos pulsos e têmporas. Se a dor surgiu por algum disturbio gástrico, o hortelã- pimenta ajuda porque é analgésico, já a lavanda é para dor causada por ansiedade e relaxa. A alimentação também influencia, beba dois litros de água diariamente, aposte em ômega3 (linhaça), gengibre, frutas e verduras.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Asma

Asma é a inflamação crônica das vias respiratórias, que leva a contração da musculatura dos brônquios e a produção excessiva de uma secreção conhecida como muco. A inflamação estreita os canais aéreos, dificultando a respiração. Geralmente a doença começa a se manifestar na infância e há diversas causas para ela. Cerca de 30% dos asmáticos tem alguém na família que já sofria deste mal ou alguma alergia. Por isto os especialistas acreditam que exista uma predisposição hereditária para o desenvolvimento da doença, na maior parte das vezes alergia a poeira, pêlo de animais ou grãos de pólen.

A asma pode ter como gatilho a ingestão de certos alimentos ou a inalação de fumaça. Os sintomas clássicos incluem tosse, falta de ar e chiado no peito, principalmente pela manhã ou ao cair a noite. Não há como fugir da doença, mas evitar a exposição aos ácaros e á poeira ajuda a prevenir e a reduzir as crises. O tratamento recorre normalmente a broncodilatadores, que dilatam os brônquios, e anti-flamatórios hormonais. A Organização Mundial da Saúde estima que 300 milhões de pessoas no mundo tenham asma e muitos especialistas consideram que bronquite crônica e asma são a mesma doença.

domingo, 21 de março de 2010

Meningite

A meningite é uma doença infecciosa provocada por vírus ou bactéria que atinge as três membranas, ou meninges, que envolvem o encéfalo e a medula espinal: a dura-máter, a mais externa, colada á caixa craniana; a aracnoide-mater, intermediária; e a pia-máter, interna junto á superfície do encéfalo e da medula. A meningite viral é mais branda e facilmente curável.

A meningite bacteriana é mais grave e é provocada principalmente por três bactérias: pelo meningococo,, que causa a meningite meningocócica que é a mais frequente no Brasil; pelo hemófilo, comum em crianças com menos de cinco anos; e pelo pneumococo (a mesma da pneumonia). A bactéria causadora da meningite meningocócica pode apresentar-se em três formas: A, B ou C.

A transmissão da doença se dá por via respiratória, os surtos ocorrem mais no inverno, quando a aglomeração de pessoas em ambientes fechados facilitam a transmissão da bactéria, o microorganismo fica incubado no corpo de dois a dez dias. Nesta fase os sintomas não são evidentes e a doença pode ser confundida com uma gripe, é aí que reside o maior risco de contágio.

Os primeiros sinais são febre alta e persistente, vômito em jato, dor de cabeça constante, rigidez na nuca, sonolência, confusão mental, irritabilidade e falta de apetite. O diagnóstico é feito pela análide do liquor, líquido que fica entre a meninge aracnoide-máter e a pia-máter. Se uma pessoa está infectada, o liquor apresenta aspecto turvo e purulento.

Em bebês são comuns convulsões e moleira tensa, a evolução da doença é muito rápida, e o quadro pode agravar-se em até 12 horas. As bact´érias liberam toxinas, levadas pela corrente sanguínea para outros órgãos. Sem tratamento pode ocorrer insuficiência renal, cardíaca e pulmonar e nesta situação 80% dos doentes morrem. Os sobreviventes podem apresentar sequelas neurológicas, como surdez, cegueira e retardo mental.

Como prevenção deve-se evitar locais fechados, com aglomerrações em especial no inverno e é preciso procurar um médico em casos de contato com pessoas doentes. As vacinas contra meningite meningocócica dos tipos A e C são aplicadas a cada vez que surgem surtos da doença. Para a meningite por hemófilos, que afeta crianças de até cinco anos, existe uma vacina incorporada ao calendário de vacinação. A imunização provocada pelo pneumococo funciona, funciona bem em adultos, mas é pouco eficaz em crianças. Desde que ministrado rapidamente, o tratamento leva á cura: com antibióticos injetados, corticóides e hormônios que evitam inflamações causadoras de sequelas. 

sexta-feira, 19 de março de 2010

Dengue: Quem Entende de Saúde?

Estamos na luta para acabar com o mosquito da dengue. Por que só se ouve falar de dengue no calor? Porque com o calor chegam às chuvas e o mosquito que transmite a dengue se reproduz em ambientes úmidos e quentes. Mas, mesmo nos meses menos quentes, deve-se ficar atento para não deixar acumular água parada, onde ele poderá se reproduzir.
A dengue passa de pessoa para pessoa? Isso é possível de acontecer. A dengue só é transmitida pela picada do mosquito. Por que é preciso voltar para o posto de saúde para fazer exame se a pessoa já está curada? Só assim é possível confirmar os reais casos de dengue. Além de ajudar as autoridades de saúde a tomar medidas para controlar o problema, é muito importante que a pessoa saiba disso para o caso de contrair a doença pela segunda vez.

Por que esperar uma semana inteira para fazer o exame? O corpo humano leva cerca de seis dias para fabricar anticorpos (que são as defesas do organismo) contra a dengue e são eles que devem aparecer ao exame para confirmar o diagnóstico. No entanto, antes disso, os médicos podem solicitar o exame de sangue para ajudar no diagnóstico.

É verdade que quem pega dengue hemorrágica não tem chances de sobreviver? Não. Se tratada adequadamente, apenas uma pequena parcela dos pacientes podem morrer. O importante é procurar as unidades de atendimento de saúde mais rápido possível. Ao surgirem os sintomas, siga as recomendações corretamente. Quanto antes for feito o diagnóstico, menor serão as chances de morte.



É verdade que, nas crianças, a dengue é mais grave? Sim. Os sinais de alerta de gravidade podem não aparecer claramente ou serem confundidos com viroses, retardando o diagnóstico. E, quanto menor a criança, maior são as chances de isso acontecer.



Como se cura a doença? Não existe um remédio para eliminar o vírus da dengue. O tratamento serve para aliviar os sintomas e prevenir a desidratação. Mas é preciso cuidado, pois alguns medicamentos podem piorar o problema.



Por que não se devem tomar alguns tipos de remédio? Aqueles que contem ácido acetilsalicílico ajudam a afinar o sangue, que é exatamente o que deve evitar, já que o maior perigo é a dengue hemorrágica. Por isso, nunca se deve tomar medicamentos sem prescrição médica.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Bronqueolite, conjuntivite-oftalmias neonatais e diarréia

Algumas doenças costumam atacar a saúde dos bebês que são: bronqueolite é uma desordem respiratória aguda, ataca crianças com menos de 2 anos e é causado por vírus. Pode aparecer associada a otite e seus sintomas são um breve período de secreção nasal e tosse, seguido por febre baixa, chiado no peito, palpitação e desconforto ao respirar. O tratamento não eé medicamentoso, são tomados cuidados para desobstruir as vias aéreas.
A conjuntivite-oftalmias neonatais: Ao nascer, o bebê recebe algumas gotas de colírio de nitrato de prata, que serve para a prevenção de algunsa tipos de conjutivites, as oftalmias neonatais, que podem ocorrer após alguns dias de vida até oi começo do segundo mês. Normalmente o contágio se dá durante o parto e o tipo mais comum é relacionado a bactéria clamídia. Quando ocorrer o contágio, caracterizado por inchaço, vermelhidão e irritação as pálpebras e conjuntivas(branco dos olhos e secreção de pus, deve-se trocar a roupa de cama diariamente e lave as mãos antes de manipular o bebê, prevenir outras doenças também.
A diarréia pode ser originário de vírus, bactérias ou protozoários. Nota-se o aumento da quantidade de evacuações e alterações na consistência das fezes, que se tornam líquidas ou semilíquidas. A criança deve ser hidratada, podem ser oferecidos chás, pagua, sucos de frutas e água de arroz. O leite materno possue substâncias que dão imunidade ao bebê, principalmente durante a infecção.

domingo, 14 de março de 2010

Gripe Suína, Vacinas e Medicamentos

A gripe suína chegou ao mundo em 2009, com muita velocidade , uma pandemia de gripe potencialmente perigosa, uma nova variedade de vírus A (H1N1). Os cientistas temem a possível chegada de uma cepa perigosa de vírus de gripe, pois há indícios de que estas cepas possam ocorrer ciclicamente, em períodos determinados. Esses temores envolvem o surgimento da gripe aviária na Ásia, há alguns anos, mas aquela não se configurou em uma pandemia.

Um surto de gripe transforma-se em pandemia quando um subtipo de vírus sem parentesco com os tipos em circulação se espalha de determinada área geográfica para outras regiões do planeta, com alta porcentagem de infectados e mortos, a gripe suína seguiu este critério. Os primeiros casos foram identificados nos Estados Unidos, em março de 2009, o número de casos tomou a proporção de epidemia no México, no mês seguinte e em junho a Organização Mundial da Saúde declarou que estavamos vivendo uma pandemia.

O vírus influenza A (H1N1), responsável pela pandemia, é uma variante surgida entre porcos, por isto tem o nome popular da doença, gripe suína e é o resultado da multação de vírus causadores das gripes humana e aviária. Análises recentes indicam que essa variante guarda grandes semelhanças com uma cepa de vírus identificada em porcos criados em fazendas da América do Norte, em 1998.

O microoranismo não se transmite pela ingestão da carne desse animal, do mesmo modo como ocorre com o vírus da gripe comum, a infecção se dá por via aérea, por particulas da saliva expelidas na tosse e no espirro dos indivíduos contaminados. Em grande concentração de pessoas, a transmissão é muito rápida. Por estas razões as epidemias anuais de gipe ocorrem  no período de inverno de cada hemisfério, ocasiões em que as pesoas se reúnem em ambientes fechados.

A velocidade de transmissão deste vírus preocupou a comunidade médica mundial, pois apenas nos dois primeiros meses de monitoramento da doença, de abril a junho de 2009, o mundo já registrava mais de 29,6 mil casos da gripe suína, a maioria nos Estados Unidos e no México. Até a segunda semana de outubro, a OMS contabilizava quase cerca de quase 415 mil casos, com cerca de 5 mil mortes, em mais de 190 países. Estudos epimiológicos recentes demonstram que a gripe suína mata menos que a gripe comum, 0,2 morte a cada mil infectados para a A(H1N1) contra uma morte para a gripe sazonal.

No Brasil segundo o ministério da saúde, entre o fim de abril e meados de outubro , foram registrados ao todo 17.219 casos graves da gripe suína e 1368 mortes causadas pela doença, a taxa de mortalidade média no país é de 0,71 por 100 mil habitantes. O vírus transmite-se com maior facilidade no inverno, por isso os países das regiões tropicais e do Hemisfério Sul passaram a registrar em geral, queda do número dos casos e de mortes a partir da primavera de 2009 de setembro.

As vacinas e medicamentos contra o vírus influenza A(H1N1) exige uma vacina nova para ser combatido, nos Estados Unidos o governo anunciou no fim de outubro a aceleração na produção e distribuição de uma vacina, esperando aumentar estoque  de 23,2 milhões para 150 milhões de doses, até dezembro. No mesmo mês a Alemanha começou a vacinação de profissionais relacionados aos serviços de emergências e de saúde pública, até novembro o governo alemão pretende vacinar 65 milhões de habitantes dos 82 milhões. Em São Paulo o instituto Butantã anunciava em outubro entregar ao Ministério da Saúde a primeira leva  de 30 milhões de doses para a vacinação contra a gripe sazonal, em 2010. Logo no início da pandemia, os maiores laboratórios farmacêuticos anunciaram investimentos pesados para desenvolver drogas contra a influenza A. Os casos mais graves da doença estão sendo tratados com antivirais oseltamivir (comercializado com o nome de Tamiflu) e zanamivir (Relenza), que inibem a reprodução do vírus no organismo, com o surgimento dos casos em que o paciente não responde ao tratamento com Tamiflu e diante da ameaça do reaparecimento de outras gerações de vírus  resistentes ao medicamentos em uso, o governo norte- americano liberou em outubro em caráter de emergência um novo antiviral peramivir, ainda em fase de testes clínicos, para serem utilizados apenas nos pacientes que não responderam ao tratamento com os medicamentos tradicionais

sexta-feira, 5 de março de 2010

tuberculose

A tuberculose é uma doença infecciosa que atinge principalmente os pulmões, causada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis(bacilo de Koch). Conhecida como "mal do século" até 1900, quando matava como a aids, passou a ser controlada com as descobertas dos antibióticos. Hoje a disseminação da aids, que debilita o organismo e o torna vulnerável ás infecções oportunistas, ajuda a alastrar a epidemia da doença. No Brasil, o Ministério da Saúde estima que 60 milhões de pessoas estejam infectadas pelo bacilo de Koch, desse total podem surgir 130 mil casos por ano.

A principal forma de contágio é por meio de partículas de catarro expelidas durante a tosse e os espirros e nas gotas de saliva de pessoas infectadas. A OMS calculaque cada indivíduo contagiado, se não tratado corretamente, contamina outros dez ou 15 por ano. A enfermidade pode manifestar-se logo após o contato ou até anos depois. Os sintomas são tosse, escarro com sangue, febre, suor, perda de peso, falta de ar e dor torácica. Calcula-se que, de cada 100 infectados, apenas cinco adoecem. No restante o sistema imunológico consegue aniquilar o bacilo.

Mas quando a bactéria se instala nos avéolos pulmonares, os tecidos vão sendo destruídos e a infecção pode levar á morte por insuficiência respiratória. Tratada a tempo, a doença é curada em 95% dos casos. O tratamento consiste em uma combinação de medicamentos específicos que combatem o bacilo. Com duração de seis a nove meses, ele não deve ser interropido, ou a bactéria pode criar resistência aos remédios. Repouso e boa alimentação contribuem para a cura. Com prevenção a vacina BCG é eficaz contra as formas graves da doença.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Diabetes

diabetes tem nome científico de diabetes mellitus, é uma doença crônica provocada pela deficiência na produção do hormônio insulina pelo pâncreas ou pela dificuldade do organismo de utilizar a insulina produzida por ele. Como resultado as células não conseguem captar do sangue sua principal fonte de energia, a glicose que se acumula no sangue, causando problemas sérios, em vários órgãos, como o coração, vasos sanguíneos, olhos, rins, pele e nervos. Existem diversos tipos de diabetes, mas os mais comuns são do tipo 1, também conhecido como insulino-dependente ou juvenil (por atingir sobretudo crianças e adolescentes), O diabetes do tipo2 ou não insulino-dependente. O diabetes tipo1 afeta  pacientes com menos de 30 anos e logo os sintomas aparecem: sede e fome excessivas, aumento da quantidade de urina e da frequência de urinar, emagrecimento, cansaço, fraqueza, irritabilidade, náuseas, vômitos, infecções de pele e problemas de visão.

É uma doença autoimune, na qual o organismo começa a destruir as células do pâncreas responsáveis pela produção de insulina. No diabetes tipo2, que representa 90% dos casos no mundo inteiro, o pâncreas perde parcial ou inteiramente a capacidade de produzir insulina e tem como principal fator de risco  a obesidade e costuma se manifestar após os 40 anos, podendo passar despercebido por até 7 anos. Entre outras formas da moléstia estão a que ocorre durante a gravidez(diabete gestacional), a decorrente da velhice(diabete senil) e a resultante de lesões no pâncreas causadas por alcoolismo ou tumores.

A tendência de desenvolver o diabetes é transmitida geneticamente, mas os hábitos de vida de cada indivíduo são determinantes para ativar a doença, a obesidade é o maior fator de risco, por isso a principal ação preventiva é o controle de peso. As complicações classificam-se em agudas e crônicas. As agudas são a hiperglicimia( nível elevado de glicose no sangue, com risco de coma diabético) e a hipoglicimia(baixa quantidade de glicose no sangue), as crônicas são as que se instalam com o tempo. As mais comuns são a perda da visão e os problemas circulatórios, que provocam a arteriosclerose e trombose, essas podem levar a amputação de membros, ao infarto do miocárdio e a problemas renais.

Para enfrentar a doença, o paciente diabético tipo1 tem de tomar injeções diárias de insulina, além de fazer um controle rígido do nével de glicose no sangue e na urina. Os pacientes com diabetes do tipo2 seguem um tratamento a base de remédios que estimulam a produção de insulina pelo pâncreas para normalizar a glicemia (taxa de açucar no sangue) e a ação de insulina sobre as células. Nos períodos de desequilíbrios, podem ser necessárias injeções de insulina. Nos dois tipos, o controle da ingestão de carboidratos é imprescindível, já que o açucar e os amidos se transformam em glicose no organismo. Exercícios físicos também são importantes porque o aumento do trabalho muscular consome a glicose e contribui para melhorar as condições do sistema cardiovascular.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Câncer

A palavra câncer é de origem latina e significa caranguejo e designa de maneira  genérica todas as formas de tumor maligno. O nome se deve á semelhança entre as pernas do crustáceo e os tentáculos do tumor, que se infiltram nos tecidos sadios do corpo. Existem mais de 100 tipos de câncer, cerca de 90% são curáveis, desde que diagnosticados e tratados precocemente. Os tumores se desenvolvem quando certas células no organismo se multiplicam descontroladamente, em virtude de uma anomalia em seus genes, a origem dessa mutação é atribuída a três tipos de agente cancerígeno: genes que provocam alterações na sequência do DNA: radiações que podem quebrar certos cromossomos, provocando o seu deslocamento; e alguns tipos de vírus que introduzem nas células mensagens genéticas estranhas.

O tumor nasce como um agrupamento celular sólido ao redor do qual desenvolve uma rede nos vasos sanguíneos que o sustenta. Por meio da corrente sanguínea ou linfática, as células malignas atingem outros órgãos e dão origem a tumores secundários, num processo conhecido como  metástase. As causas do câncer não são conhecidas, mas sabe-se que vários fatores como: condições ambientais, predisposição genética, hábitos alimentares e de vida, aumentam os ríscos de a doença se manifestar.

Por exemplo, o fumo intensifica o probabilidade de desenvolver um tumor no pulmão; como a exposição prolongada ao sol sem os cuidados necessários, aumentam o risco de adquirir o câncer de pele; e disturbios hormonais podem contribuir para o câncer de mama e a probabilidade de desenvolver um tumor cresce com a idade. O combate a doença pode se dar de forma localizada ou sistêmica. Existem duas modalidades de tratamento localizado: cirurgia e radioterapia. A primeira consiste na retirada de tumores; a segunda mata as células malignas pela aplicação de radiação, mas tem efeitos colaterais, como queimaduras na pele e nos tecidos saudáveis próximos ao tumor.

Também são dois métodos sistêmicos de combate ao câncer , a quimioterapia que se baseia na administração de drogas que impedem a produção celular e levam as células malignas á morte, esses medicamentos porém, tembém provocam efeitos colaterais, como diarréia, vômito e queda de cabelo. O mais nocivo recurso sistêmico para o tratamento de câncer é a imunoterapia, que emprega a própria imunidade do paciente para a destruição do tumor. Nesta técnica há um preparo do sistema imune, com intenção de aumentar sua competência no combate á doença.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Pneumonia

A pneumonia é a infecção dos pulmões provocadas por microrganismos como bactérias, vírus, fungos e protozoários ou mais raramente por agentes toxicos e alergias. A bactéria pneumococo é responsável por 30% dos casos, outros 30% tem origens na bactérias legionella, micoplasma e clamídia, no adenovírus e no vírus influenza. É uma das mais frequentes doenças oportunistas a atacar os portadores do vírus da aids e um dos principais motivo de mortes entre crianças menores de cinco anos.

Quando a pneumonia começa a se desenvolver, há um acúmulo de líquido nos avéolos pulmonares, o que atrapalha a entrada de oxigênio, o contágio ocorre por via respiratória. Com a mudança brusca de temperatura, doenças respiratórias como gripe e bronquite, podem transforma-se em pneumonia. Cerca de 20% dos casos de gripe, evoluem para pneumonia, principalmente se o sistema imunológico estiver enfraquecido.

Os sintomas da pneumonia no início são iguais ao de uma gripe e depois surgem a febre alta, a tosse com catarro, a dor no tórax, o cansaço, a dificuldade para respirar acompanhada de chiado no peito e nos casos mais grave falta de ar. Se não for tratada corretamente, pode levar á morte por insuficiência respiratória, infecção generalizada ou pleurite(infecção da pleura, membrana que envolve os pulmões). O diagnóstico é feito por auscultação(escuta dos ruídos dos pulmões) e confirmado por uma combinação de achados como a febre, laboratoriais(exame de sangue), microbiológico(cultura de microrganismos) e a radiografia. A pneumonia pode ser tratada em casa, com antibióticos, repouso e boa alimentação, mas muitas vezes o paciente precisa ser enternado. Como prevenção deve-se evitar locais fechados com aglomeração, em especial no inverno e consultar um médico em caso de gripe que não reaja a tratamento.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Hepatite

O termo hepatite se refere a toda e qualquer inflamação do fígado e pode ser causada por vários tipos de vírus ou mais raramente, por agentes tóxicos, como os medicamentos e bebidas alcóolicas. Existem três tipos de hepatite: A, B e C, todas representando uma fase aguda, que se instala logo depois do contato com o vírus. Nos tipos B e C, a doença pode evoluir para uma fase crônica (persistência da infecção seis meses após a fase aguda), quando ocorrem complicações graves, como cirrose hepática e câncer de fígado.

Após um período de incubação variável (30 dias), aparecem febre, dor de cabeça, mal-estar, cansaço, vômito, falta de apetite, enjôo, escurecimento da urina e amarelamento do branco dos olhos e da pele(icterícia). Entre duas e quatro semanas há uma melhora progressiva, até a cura completa. Nas formas agudas graves podem ocorrer distúrbios de comportamento e até coma.

Raramente pode haver sangramente na gengiva e no nariz, além da presença de sangue na urina, no vômito e nas fezes. O vírus dos três tipos de hepatite são diferentes entre si. O da hepatite A é transmitido, sobre tudo pela ingestão de água ou alimentos contaminados, pelo contato direto com doentes na fase aguda e, mais raramente pela transfusão de sangue. O vírus da hepatite B é transmitido pelo sangue, por meio de relações sexuais, transfusões, uso de seringas e agulhas contaminadas. O vírus da hepetite C é transmitido por transfusão de sangue e pelo uso de agulhas contaminadas, com menor frequência, a transmissão pode dar-se de mãe para filho no parto, pelas relações sexuais e pelo contato com o doente.